Tornasse o vento a ser palavra,
Qualquer som que cessou de ser,
Quando eu me torno em nada
Que no rio possa crer.
Em mim descubro as faltas
E fica o mar por sentir
Pois é este mais um toque
Que irá talvez partir.
Esgotou-se a palavra,
Esgotou-se o som e a grafia,
O escutar da construção
De tudo aquilo que seria.
Rita Pacheco
(11/8/2005)
2 comentários:
gostei imenso de te conhecer e ler:)
recomendo www.luso-poemas.net :)
beijaooo
Muito obrigada, João.
Beijo,
Rita
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