21 de junho de 2008

Teus olhos disseram-me o segredo

“There is pleasure in the pathless woods,/ There is rapture on the lonely shore,/ There is society where none intrudes,/ By the deep sea, and music in its roar; I love not Man the less, but Nature more.” (Lord Byron)


Teus olhos disseram-me o segredo
Do que é viver
E juntando-me a ti numa viagem
Percorro mundos que vêem quem sou.
E, simplesmente, nesta hora de surpresa,
Não sou mais negrume, mas esperança
De ver o que teus olhos contam mais.
E amanhã vivo mais um dia
Para embarcar em tuas palavras,
Navegando na infinitude do teu tempo,
Sempre à luz do teu suspiro e sonho.
Amanhã também eu nascerei.
Amanhã também eu viverei.



Rita Pacheco
(20/6/2008)

2 comentários:

Anónimo disse...

Que belo poema...

E estou certo que não haverá mais negrume, mas esperança.
Embarcarás em "tuas" palavras, navegarás no "teu" tempo, sempre à luz do "teu" suspiro e sonho.

Admirando as tuas palavras.

Um beijo
António Manuel

Rita disse...

Obrigada, António, pela força constante!

Beijo da amiga Rita